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Marcelo Caetano

[ Marcelo Caetano ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Escritor, pianista clássico, jornalista. 12 livros publicados. Professor, filólogo e tradutor.

 

Sociolinguística Interacional: enquadres, esquemas, alinhamentos e sequencialidade numa entrevista cultural concedida por Ana Maria Machado

1 INTRODUZINDO O ASSUNTO: CARACTERÍSTICAS GERAIS DA COMUNICAÇÃO SEGUNDO A SOCIOLINGUÍSTICA INTERACIONAL 

A Sociolinguística Interacional procura demonstrar que a fala-em-interação está sujeita a mudanças e interpretações que podem variar de acordo com o comportamento linguístico e paralinguístico (como pistas e marcadores), que, por sua vez, é controlado por (e controlador de) inúmeros contextos específicos, e estes podem ser mais bem apreendidos pelos participantes (ou mesmo pelo analista) em função da situação informada ou do “sentido comunicado” específicos que se estejam perquirindo.

Assim, através de apreensões empíricas, revelam-se dados que permitam analisar melhor os modelos de interação, levando em conta o falante e o ouvinte in loco, como evidenciaram SACKS, JEFFERSON e SCHEGLOFF (1974), em função de comportamentos específicos na interação que se estiver observando de per se, como demonstrou SCHEFLEN (1964).

Desse modo, com pistas linguísticas e paralinguísticas, parte-se de convenções sociais que interferem sobremaneira no tipo de atividade de fala – a unidade básica da comunicação (cf. GOFFMAN, 1974). Além disso, a presença das implicaturas (cf. GRICE, apud LEVINSON 2007: 125-201), que podem ser convencionais (não ligadas a itens léxicos específicos, mas a condições de uso sociais específico) ou lexicais (ligadas a palavras e itens sintáticos), faz o ouvinte inferir certas interpretações num contexto. 

Com efeito, a noção de comunicação como comportamento, proposta por GUMPERZ (1982, capítulos 1 a 5), e que estará sendo feita aqui, não partirá de fatos e evidências apriorísticos, mas, pelo contrário, buscará, na apreensão empírica dos dados apresentados, o que normalmente se denomina de “fenômenos sociolinguísticos” (GUMPERZ, 1982, p. 180), respostas pertinentes à dinâmica do processo de comunicação, que, como foi dito, altera-se à medida que os participantes interagem, processo este que não é estanque ou determinado exclusivamente por fatores variacionistas (cf. WEINREICH, LABOV & HERZOG , s/d) prévios ou por noções idealistas que, portanto, pressuporiam um modelo de certa forma “estático” de comunicação, na medida em que tal modelo poderia ser previamente delimitado, antes mesmo de os dados empíricos serem recolhidos numa situação comunicada específica.

Portanto, a noção de comunicação, neste trabalho, não é a de código, ou, como se conhece nas famosas metáforas, a de “telégrafo” ou “conduto”, que, embora levasse em conta as inferências, era a base da noção de comunicação proposta por SEARLE (1969) e por GRICE (1980) que, como dito, pressupõem como pano de fundo “a crença na harmonia como fundamental à comunicação, tanto na dimensão do código, quanto na dos mecanismos inferenciais” (MARTINS: 2002, p. 99 e ss.).

Essa diferença epistemológica é importante, porque pressupõe que se conheçam conceitos específicos que ajudarão na análise dos dados conversacionais colhidos, tais como esquemas, enquadres, footing, sequencialidade, pares adjacentes, preferência, convenções e pistas de contextualização, tomada de turno, reparo, sobreposição e outros. Todos esses conceitos serão usados para a construção da análise que compõe a parte 3 deste trabalho.

Não se trata apenas, pois, da análise da capacidade ou competência comunicativa de participantes se compreenderem mutuamente levando em conta fatores convencionais diretos ou indiretos, como, de certa forma, propunha SEARLE (1975). Muito mais do que isso, o que vai ocorrer é o fato de que:

Podemos, portanto, referir-nos à comunicação humana como canalizada e restringida por um sistema multinivelar de sinais verbais e não-verbais, que são adquiridos, ao longo da vida, automaticamente produzidos e intimamente coordenados. Os insights mais importantes sobre a respeito de como tais sinais afetam a comunicação verbal se originaram em estudos sobre a coordenação entre falantes e ouvintes (KENDON, HARRIS E KEY: 1975, p. 19)   

Assim, a Sociolinguística Interacional não possui visão idealizada do processo comunicativo, mas o vê como uma construção que os participantes, durante a interação, promovem (SCHIFFRIN: 1990):

  Os participantes de uma conversa, por exemplo, têm expectativas convencionais sobre o que é considerado normal e o que é considerado marcado em termos de ritmo, volume da voz, entoação e estilo de discurso. Ao sinalizar uma atividade de fala, o falante também sinaliza as pressuposições sociais em termos das quais uma mensagem deve ser interpretada. (GUMPERZ: 1982, p. 168)   

Portanto, para GUMPERZ, GOFFMAN e mesmo BATESON (1972), a conversa não é um evento coeso, mas uma sucessão de atividades em contexto e em enquadres e esquemas específicos. O conhecimento e a aplicação das noções propostas por esses teóricos e por outros é o principal objetivo a ser levado a termo neste artigo, centradas numa conversa específica, que será mais detalhada adiante.

2 OBJETIVO  

O objetivo deste trabalho é mostrar como os participantes de uma conversa institucionalizada (entrevista a um órgão da imprensa) constroem, espontaneamente, laços de afetividade e solidariedade, com base nos conceitos de comunicação formulados teórica e empiricamente pela Linguística Interacional. Ademais, pretende-se demonstrar como essas construções interativas vão se fazendo, face a face, de maneira gradativa, segundo a tomada de turnos e com base ainda nos demais conceitos, como os de enquadres, tópicos, alinhamentos e outros pertinentes às questões cunhadas, levantadas e aprofundadas pelos sociolinguistas interpretativos.

A entrevista foi dada por Ana Maria Machado, membro da Academia Brasileira de Letras, a Marcelo Moraes Caetano, em maio de 2009. Nela, vão ser abordados os principais conceitos utilizados em Sociolinguística Interacional acima expostos, como foi dito, de modo que se demonstre, ao fim do artigo, e com base na descrição teórica dos fenômenos sociolinguísticos presentes na entrevista, a eficácia e a pertinência desse construto na análise de uma conversa espontânea em que os participantes compartilhavam esquemas e enquadres em comum, criando-se a interação comunicativa que era desejada. Será demonstrado, ainda, que, quando, num contexto, as expectativas são compartilhadas, mesmo sobreposições, reparos ou respostas despreferidas podem construir uma interação harmônica e amigável.

3 ANÁLISE DE ENTREVISTA CONCEDIDA POR ANA MARIA MACHADO A MARCELO MORAES CAETANO

3.1 TRECHO

http://www.youtube.com/watch?v=BrDhQGafHpw

Por se tratar de um situação social ritualizada, já que se trata de entrevista a ser publicada em meios de imprensa nacional, filmadas e gravadas por equipes técnicas, o macro-enquadre do evento é exatamente o de uma “entrevista”. Assim, durante quase todo o tempo, os interlocutores se alinharam respectivamente como entrevistador (Marcelo) e entrevistada (Ana Maria). Apenas na linha 152, a tomada de turno é feita pela entrevistada, que faz uma pergunta ao entrevistador “(“ah, livro teu?”), o que reforça que o evento anteriormente enquadrado como entrevista, com os papéis claramente delimitados (como se mostrou) havia acabado, na verdade desde a linha 142. Também ocorre uma inversão dos alinhamentos (a entrevistada faz a pergunta ao entrevistador) na linha 102. Mas, logo em seguida, os alinhamentos originais são reassumidos e ratificados.

Voltando à linha 142, a partir dela, com efeito, os participantes adquirem footings diferentes, e passam a interagir mais livremente numa conversa informal, em que cada um pode, sem necessidade de seguir scripts prévios, comportar-se linguística e paralinguisticamente com mais fluidez e espontaneidade.

Apesar do macro-enquadre “entrevista”, há outros enquadres que são sinalizados ao longo do evento social. Por exemplo, em muitos momentos a entrevistada sinaliza estar num enquadre de “introspecção”, “reflexão”, sinalizando que o entrevistador respeite as suas hesitações como provenientes desse esquema de conhecimento, que deveria ser compartilhado por ambos. Isso ocorre, por exemplo, nos turnos (nas linhas) 05 a 08 (quando a entrevistada fala de como se sente em situações limite), 88, 90, 92 a 95 (quando ela fala sobre questões de saúde). No turno da linha 142, embora a entrevistada fala explicitamente a palavra “reflexão”, na verdade o enquadre é de “citação”, pois ela cita uma autoridade literária (Alfredo Bosi) para responder ao que foi pedido no turno anterior pelo entrevistador (linha 113 a 116): uma definição ou um conceito para “cultura”.

Quanto às seqüencialidades, por ser uma entrevista, como se demonstrou, todos os pares são adjacentes, e a maioria das respostas foi preferida em relação à relevância condicional. Na pergunta da linha 12, no entanto, a resposta foi despreferida, pois foi uma negação. Note-se que essa negação, como sinalizaram ATKINSON e HERITAGE (qv. acima) foi realmente atenuada com um tom de voz mais baixo e descendente e a velocidade da resposta foi mais lenta. Por sua vez, a pergunta das linhas 18 e 19, que terão também respostas despreferidas, foram feitas sem nenhum atenuante: muito pelo contrário, a resposta da entrevistada (linha 20 e ratificada na linha 22) foi imediata, alta, incisiva e, como se disse, reforçada na linha 22, após a pergunta ser feita novamente na linha 21. Apesar dessa aparente incisividade, a seguir, a entrevistada, numa narrativa, suaviza a resposta com um turno bastante longo (das linhas 25 a 31), reforçando-a nas linhas 33 a 35, 37 e 38 e, finalmente, suavizando totalmente na linha 39, quando enquadra a incisividade de que o livro fora “puramente por acaso” (linha 20) com o que diz agora que: “Canteiros de Saturno foi uma brincadeira” (linha 40, o grifo é meu). Outros enquadres de “brincadeira” podem ser encontrados, como nas linhas 101 a 103 (Ana Maria), ratificadas pelo turno de Marcelo (l. 103).

Nas linhas 92 a 95, Ana Maria faz um reparo ao que Marcelo chama de "golpe" ou "baque" na "esperança" (linhas 85 a 87), quando,por uma tautologia, daquelas que Levinson e Grice tão bem estudaram como não infratoras da máxima da quantidade nem da qualidade, pois, num contexto, eram perfeitamente informativas, ela diz (linhas 92 a 95) "não sei se dá o baque na esperança, mas, hh, um baque é um baque não tira completamente, mas um desânimo"  (os grifos são originais, demonstrando ênfase da entrevistada nas palavra sublinhadas).

Das linhas 53 a 62, há várias sobreposições. Os dois participantes quase falam simultaneamente por todos esse tempo. No entanto, tais sobreposições, no contexto em questão, não simbolizam discordância ou impolidez, mas, pelo contrário, insinuam uma forte cumplicidade entre os interlocutores, concordando e listando uma série de livros que demonstram como ambos acham que os livros infanto-juvenis são os mais vendidos, o que comprova que o jovem, ao contrário do que apregoa o senso comum, continua a se interessar pela leitura.

Todas essas sobreposições, que podem ser enquadradas como “listagem”, respondem ratificando a pergunta feita na linhas 41 e 42 (“Bom, como é que você acha que as crianças e os jovens estão se relacionando hoje com os livros?”). Assim, sendo, como ficou dito, as sobreposições não chegam a ser interrupções, mas ratificações recíprocas da concordância dos participantes sobre a resposta dada àquela pergunta.

O mesmo fenômeno sociolinguístico ocorrerá nas linhas 132 (Ana Maria) 133 (Marcelo) e 134 (Ana Maria), em que o enquadre “exemplo” é reforçado com palavras que comprovam que os sufixos –ura e –uro (que compõem a palavra “cultura”, cf. linha 137) são particípios futuros do latim, presentes em outros vocábulos como (“agricultura”, l.127; “nascituro” ls. 133 e 134; “morituri” l. 130).

Também se pode enquadrar o turno que vai das linhas 105 a 107 e 109 a 111, além daquele que vai da 122 à 141, como um enquadre de "aula", dentro do macro-enquadre da "entrevista".

A partir da linha 143, Marcelo, com um marcador linguístico (uma interjeição que significa concordância) demonstra o fim da entrevista. A partir dessa linha, ocorre conversa informal, e,como ficou registrado, Ana Maria chega a tomar o primeiro par da sequência algumas vezes, o que só ocorreu uma vez durante o enquadre da "entrevista". Por essa razão, pode-se dizer que, a partir de 143, há uma "pós-entrevista".

Dessa forma, com a cooperação dos interlocutores, criou-se um forte vínculo de solidariedade conversacional que permitiu que mesmo respostas despreferidas ou sobreposições prolongadas e interrupções não fossem interpretadas como inadequadas. Em vez disso, as atividades de fala e os alinhamentos foram negociados de tal forma que passaram a convergir para uma pista de contextualização de que os interlocutores estavam compartilhando, sim, não apenas um esquema de expectativas, como também uma vontade mútua de colaborar com a construção da conversa em si, culminando com um evento linguístico prazeroso e cortês.

4 CONCLUSÃO

No presente trabalho procurou-se analisar uma conversa (entrevista) em que os fenômenos sociolinguísticos advieram do fato de os participantes compartilharem esquemas e enquadres em comum, criando-se a interação comunicativa amigável e solidária, mesmo em um evento social ritualizado e institucional.   

5 REFERÊNCIAS

ATKINSON. J. Maxwell & HERITAGE, John. Structures of social action. Cambridge. Cambride: Cambridge University Press, 1984.  BATESON. G. Steps to an ecology of mind. New York: Ballantine, 1972.  GOFFMAN. E. Frame Analysis. New York: Harper and Row, 1974.   

____________ Forms of talk. Filadélfia: University of Pennsylvania Press, 1981.   GRICE, H.P. Lógica e conversação. 1980. In: M. DASCAL (org.), M. Fundamentos metodológicos da linguística: Pragmática, São Paulo: Editora do Autor, 1980  

GUMPERZ, Discourse strategies. Cambridge: Cambridge University Press, 1982.   HAVE, Paul ten. Doing conversation analysis. A practical guide. Londres: Sage, 1985.  KENDON, A. HARRIS, R.M. & KEY, M. R. (Orgs.) Organization of behavior in face-to-face interaction. Haia: Mouton, 1975.   

LEVINSON S.C. Pragmática. 1ª. Edição. São Paulo: Livraria Martins Fontes Editora, 2007.  

LODER, L., SALIMEN, P.G., MÜLLER, M. Noções fundamentais: seqüencialidade, adjacência e preferência. 2008. In.: LODER. L.L., JUNG, M.N. Fala-em-interação social: introdução à análise da conversa etnometodológica. 1ª edição. Campinas, São Paulo; Mercado das Letras, 2008   MARCONDES, D. A pragmática na filosofia contemporânea. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2005. 

MARTINS.C. A indeterminação do significado nos estudos sócio-pragmáticos: divergências teórico-metodológicas. 2002. In: D.E.L.T.A., 181: 1, 2002 (87-116)  SACKS. Harvey. Lectures on conversation. Oxford: Basil Blackwell, 1992. 

____________, SCHEGLOFF. E & JEFFERSON G.. A simplest systematics for the organization osf turn-taking for conversation. Language, 50: 696-735, 2002. In. SCHEGLOFF, Emanuel. Sequencing in conversation openings. American Antropologist, v. 70, 1075-1095, 1968.  SCHEFLEN. A. The significance of posture in communication systems. Psychiatry 27, 1964.  

SCHIFFRIN, D. The management of a co-operative self during argument: the role of opinions and stories. 1990. In: A.D. GRIMSHAW (ed.) Conflict talk: sociolinguistic investigations of arguments in conversation. Cambridge: Cambridge University Press, 1984 

SEARLE. J.R.  Speech Acts. Cambridge: Cambridge University Press, 1969. 

____________ Indirect Speech Acts. In. P. Cole & J.L Morgan (Orgs.), Syntax and Semantics, vol. 3, 59-82. New York: New York Academic Press, 1975. 

TANNEN, Deborah. Frames and schemas ininteraction. In: V. Raskin (org.) , Quaderni di semanttica round tabelediscussion on framne/script semantics, Quaderni di semanttica 6: 326-35 1985. 

________________ & WALLAT Cynthia. 1987. In: TELLES, Branca. R & GARCEZ, P. (orgs). Sociolinguística interacional. São Paulo. Edições Loyola 2002.    

TELLES, Branca. R & GARCEZ, P. (orgs). Sociolinguística interacional. São Paulo. Edições Loyola 2002.     WEINREICH, V, LABOV, W & HERZOG, M. Empirical foundations for a Theory of language. In: LEHMAN, W.P & MALKIEL Y. (eds.). Directions for historical linguistics. Austin & London: University of Texas Press. pp. 95-288 s/d.





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